Mercados em rápida transformação exigem que novos produtos e processos sejam concebidos rapidamente. Há pelo menos mil ferramentas e métodos disponíveis para ajudar inovadores a descobrir o que os usuários querem ou precisam e como satisfazer suas expectativas. O desafio é descobrir quando usar quais deles.

 

O Luma Institute selecionou 36 dos métodos mais eficazes — a maioria, de uso comum. Como ilustrado aqui, eles foram organizados em três categorias — olhando, compreendendo, fazendo — e nove subcategorias. Este esquema pode ajudá-lo a escolher a melhor ferramenta para cada passo do processo de inovação, conforme o público ao qual você está voltado e a complexidade dos sistemas nos quais você atua.

Bill Lucas, cofundador e diretor de currículo do Luma, recomenda que se utilize pelo menos um método de, ao menos, duas categorias durante cada rodada de atividade de inovação. Se a situação exige uma melhoria evolutiva, por exemplo, você pode começar com a subcategoria “pesquisa de avaliação” e depois sintetizar e sumarizar suas descobertas. Se você busca um avanço disruptivo, é bom começar com uma combinação de métodos para compreensão do público e enquadramento dos problemas e depois usar métodos de observação a fim de reunir informações para a criação de conceitos e de protótipos.

Lucas propõe que, ao longo de um esforço maior, uma amostragem saudável de todas as três categorias seja usada com frequência. A familiaridade com as características de cada método é a chave para saber quais funcionam bem juntos. Mas, por onde quer que comece, não demore em fazer algo para avaliar e priorizar melhorias.

O diagrama abaixo mostra como uma empresa pode se mover pelo sistema de inovação do Lumia para criar uma nova linha de produtos.

 

 

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Luma Institute é uma empresa de educação global que ensina às pessoas como ser mais inovadoras aplicando a disciplina do design centrado no ser humano

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