Competição

Como sobreviver no futuro

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Richard Dobbs, Tim Koller e Sree Ramaswamy

Poderíamos chamá-lo de o oposto de uma tempestade perfeita — um conjunto de circunstâncias externas que, em conjunto, criam um […]

Competição destrutiva versus “competitividade positiva”

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Na natureza, de acordo com o que postulou Charles Darwin, tudo está em evolução, e há algumas condições fundamentais dos seres vivos para ela existir:

 

– Capacidade de reprodução: os organismos precisam conseguir se reproduzir ou replicar. Sem essa capacidade, uma espécie está automaticamente condenada à extinção.

A grama do vizinho não é mais verde

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Kasturi Rangan, Evan Hirsh

Tempos atrás, o presidente de uma empresa que conhecemos convocou seus principais executivos e pediu que buscassem novas oportunidades de crescimento estratégico, pois a receita tinha estancado e a base de clientes atual estava encolhendo. Seu conselho foi que não se ativessem ao passado da empresa, aos mercados nos quais já operava, à experiência de seu pessoal ou aos ativos que a organização tinha. O que queria era que encontrassem novos mercados. “Temos de achar outro jeito de crescer”, disse. “Não importa se o desafio vai ser grande.

De onde virão as novas gigantes globais?

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Thomas M. Hout, Pankaj Ghemawat

RESUMO

 

Multinacionais do mundo todo estão correndo para ampliar sua presença global, sobretudo em mercados emergentes. Embora as características do setor normalmente determinem que empresa sairá vitoriosa, pode haver surpresas, dizem os autores. Uma empresa pode fugir à regra se antecipar ou criar novos segmentos de clientes, administrar convergências de custos ou reconfigurar a cadeia de valor. 

 

Certas multinacionais estabelecidas estão triunfando em atividades movidas a produção e logística — nas quais adversárias locais em geral levam vantagem. Uma saída é usar tecnologia e capital para acelerar o crescimento de segmentos. Samsung, Sharp e outras pegaram as chinesas de surpresa com uma sangrenta guerra de preços em TVs de tela plana, o que rapidamente derrubou a demanda de aparelhos convencionais e o lucro das chinesas. Uma multinacional estabelecida também pode superar a adversária emergente em custos, como fizeram as fabricantes de eletrodomésticos nos Estados Unidos quando a Haier tentou invadir o mercado americano de refrigeradores de médio porte. 

 

Enquanto isso, certas empresas de mercados emergentes estão superando multinacionais tradicionais em arenas movidas a conhecimento e marca. A Bharti Airtel montou a maior operação de telefonia celular na Índia ao se especializar em uma parte limitada da cadeia de valor (atendimento ao cliente e interface regulatória) e terceirizar todo o resto. Isso liberou capital, deixou sua estrutura de custos mais variável e permitiu à Bharti trabalhar com preços muito menores que os de mercados avançados. Empresas como a Suzlon Energy, da Índia, também enxergam oportunidades para montar pacotes de produtos e serviços complementares nos quais possuam vantagem. 

 

Segundo os autores, isso tudo sugere que as condições, hoje, são perfeitas para que atores globais agressivos deixem sua zona de conforto.

 

 

Missão versus lucro

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William A. Sahlman e Alison Berkley Wagonfeld

Pottsville não tem fama de ser agradável no inverno — disse Wayne Moriarty enquanto estacionava o carro no centro de distribuição da BaldwinFarms na costa leste dos Estados Unidos.