Caso

Quando o colega ao lado é um sabotador

Caso
Bronwyn Fryer

RESUMO 

 

Mark Landstad entrou há pouco para a divisão de banco de investimento do CliffBank. Uma colega com mais tempo de casa, Nicole Collins, parece ser uma aliada confiável. Mas, quando Mark precisa de ajuda para localizar uma informação vital para seu trecho na apresentação que farão juntos, Nicole finge ignorância. Durante a apresentação, contudo, saca a informação da cartola e conquista a platéia com sua análise. Desnorteado pela sabotagem, Mark faz uma tolice: vai pedir conselhos ao chefe, que não demonstra nenhuma empatia. Que tática Mark deve adotar para lidar com a sabotadora? 

 

Maggie Craddock, presidente da firma de coaching Workplace Relationships, diz que Mark é do tipo ansioso por agradar — um de quatro estilos de poder identificados por sua firma. Mark estaria sabotando a si próprio. Para enfrentar a questão, deveria primeiro examinar seu modo de agir. 

 

R. Dixon Thayer, ex-presidente da I-trax, já foi vítima de um colega sabotador e entende a frustração de Mark. Contudo, critica o modo como o rapaz abordou o chefe. Thayer oferece quatro regras para a abordagem do superior. Além disso, Mark deve provar que a colega traiçoeira não o impedirá de trazer resultados para o banco. 

 

Deborah Kolb, da Simmons School of Management, sustenta que Mark ainda não entende a cultura da divisão bem o bastante para saber se a conduta de Nicole é a regra ou a exceção. Para saber como agir no novo ambiente, Mark terá de superar a própria ingenuidade — no plano político e no interpessoal.