Março 2015

Liderança em diferentes culturas

Liderança
HBR

Sabemos que operar uma empresa global envolve vários tipos de problemas organizacionais. E apresenta grandes desafios de liderança. Supervisionar o trabalho em regiões distintas requer conhecimento sofisticado da indústria e perícia técnica, enquanto construir pontes entre as diferenças culturais exige excepcional inteligência emocional.

Como atender os consumidores mais pobres do Primeiro Mundo

Estratégia
Muhammad Yunus, Frédéric Dalsace, David Menascé, Bénédicte Faivre-Tavignot

Pobreza não é um problema restrito ao mercado emergente. 

Nos Estados Unidos, mais de 45 milhões de pessoas, ou 15% da população, são oficialmente pobres, de acordo com o Census Bureau. Além disso, esse percentual vem aumentando a cada ano, desde o começo do século 21, com exceção de 2006. Com 16%, o Japão não fica atrás. E na União Europeia quase 120 milhões de pessoas — 25% — são consideradas em risco de pobreza ou de exclusão social.

Quando falta colaboração entre sócios

Gestão organizacional
Heidi K. Gardner

As empresas de serviços profissionais de hoje estão diante de um problema difícil. Como os clientes se globalizaram e passaram a enfrentar exigências tecnológicas, regulatórias, econômicas e ambientais mais sofisticadas, eles têm buscado ajuda para resolver problemas cada vez mais complexos. Para poder atendê-los, a maioria das empresas de serviços profissionais de primeira linha criou ou adquiriu áreas de prática estritamente definidas e incentivou os sócios a se especializar.

O consumidor está no poder

Tecnologia
Christina Carvalho

No mais recente Retail’s Big Show, evento realizado há 104 anos pela americana National Retail Federation (NRF) e considerado como a Disneylândia do varejo, a maior delegação estrangeira era a brasileira. Do total de 33 mil pessoas que estiveram na exposição, na segunda semana de janeiro, em Nova York, 1,9 mil eram brasileiros, que superaram até os visitantes dos países vizinhos. O Canadá foi representado por 1,1 mil empresários e o México, por 700.

Os perigos do oceano vermelho

Liderança
W. Chan Kim, Renée Mauborgne

Os Estados Unidos, o desempenho corporativo vem se deteriorando há décadas. Segundo o estudo de referência da Deloitte “The Shift Index”, o retorno agregado sobre ativos de empresas de capital aberto dos EUA caiu abaixo de 1%, para cerca de um quarto de seu nível de 1965. Como o poder de mercado se deslocou das empresas para os consumidores e a concorrência global se intensificou, os gestores em quase todas as indústrias passaram a enfrentar enormes desafios de desempenho.

Colocar-se no lugar do cliente não funciona

Gestão organizacional
Scott Berinato

O estudo: em uma série de experimentos, Johannes Hattula, do Imperial College, e seus copesquisadores Walter Herzog, Darren Dahl e Sven Reinecke entrevistaram gerentes de marketing sobre suas preferências pessoais para um produto ou serviço selecionado. Depois, os pesquisadores prepararam alguns gerentes para ser empáticos, pedindo que descrevessem um cliente típico de sua oferta e imaginassem os pensamentos e reações dessa pessoa.

CEO da Sodexo fala sobre diversificação inteligente

Experiência
Michel Landel

As raízes do negócio da Sodexo remontam à pequena empresa de transporte marítimo e suprimentos, dirigida pela família de Pierre Bellon, que desde o início do século 20 operava um negócio de suprimentos para navios em Marselha, França. Pierre Bellon fundou a Sodexo em 1966 porque viu uma oportunidade de negócio no fornecimento de alimentação e serviços de refeições para empresas locais  e, posteriormente, para escolas, hospitais e outras instituições.

Materiais: quando menos é mais

Economia
HBR

Hoje usamos muito menos materiais que antes para fazer as mesmas coisas — um fenômeno conhecido como “desmaterialização”. Mas, paradoxalmente, esta eficiência parece aumentar o consumo geral.

Colocando o planejamento estratégico em ação

Estratégia
Christina Carvalho

Implementar planos estratégicos é um problema em todas as partes do mundo. Várias ferramentas foram desenvolvidas para superar as dificuldades e tornar  mais eficiente a execução dos projetos corporativos. No Brasil, a Sonne Consultoria elaborou uma extensão da Matriz SWOT, uma das primeiras e mais utilizadas ferramentas corporativas, para tentar garantir o cumprimento da estratégia desenhada. 

Por que a execução da estratégia falha — e o que fazer a respeito

Estratégia
Rebecca Homkes, Donald Sull, Charles Sull

Desde o trabalho seminal de Michael Porter nos anos 1980, temos uma definição clara e amplamente aceita sobre o que é estratégia — mas sabemos bem menos a respeito de como traduzir uma estratégia em resultados. Os livros e artigos sobre estratégia superam, e muito, aqueles sobre sua execução. O pouco que se tem escrito sobre a execução tende a se concentrar principalmente em táticas ou faz uma generalização a partir de um único caso. Então, o que sabemos sobre execução de estratégia? 

A ciência do marketing sensorial

Marketing
HBR

Há duas décadas, profissionais de marketing de vários segmentos vêm se especializando em atingir os consumidores por meio dos cinco sentidos — aprendendo a difundir pistas, como o ardor de um gole de enxaguante bucal e o som de uma caneta Sharpie raspando no papel, que possam intensificar a percepção de marcas. No ano passado, uma onda de interesse se espalhou entre os acadêmicos. Uma nova pesquisa sugere que estamos prestes a entrar numa era em que muito mais empresas de artigos de consumo poderão se beneficiar do marketing baseado nos sentidos.

Promovendo a venda de consenso

Vendas
Karl Schmidt, Brent Adamson, Anna Bird

Há muito tempo representantes de vendas aprenderam que deviam procurar sempre o executivo que, sozinho, pudesse aprovar um negócio. Mas hoje, quer estejam vendendo para um cliente com 50 ou 50 mil funcionários, representantes de vendas raramente encontram um tomador de decisão unilateral. Em geral, a autoridade para tomar decisões cabe a grupos de pessoas — todas com diferentes funções e todas com poder de veto.

De corpo & alma – Goldie Hawn

Experiência
Alison Beard

Goldie Hawn ganhou fama como uma loira avoada na série cômica de TV Laugh-In, mas fora das telas é bem séria. Atriz, produtora e diretora talentosa, além de mãe e avó dedicada, ela lidera há uma década uma fundação que ensina 400 mil crianças ao redor do mundo a desenvolver a resiliência e a consciência plena. Entrevistada por Alison Beard

HBR: Você já era famosa aos 21 anos. Como você se adaptou?