Março 2012

O perigo de não fazer nada

Artigos
Erskine Bowles

Qual a maior ameaça à segurança nacional americana? Na opinião do almirante Michael Mullen, ex-chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas do país, é o déficit orçamentário do governo federal, pois o rombo vai consumir cada dólar dos recursos que temos.

A competitividade dos EUA e o desafio chinês

Coluna
Xu Xiaonian

De uma perspectiva chinesa, que tal parece a economia americana? Muito bem, na realidade.

É verdade que o país tem seus problemas, postos a nu pela crise financeira. Mas os EUA ainda são a economia mais inovadora do mundo e conservam vantagens fundamentais que a China, apesar de todo o sucesso recente, pode apenas invejar.

Um pacto de emprego para o futuro dos EUA

Competitividade
Thomas A. Kochan

Sem uma força de trabalho capacitada, bem remunerada e constantemente avançando, os Estados Unidos não vão poder competir satisfatoriamente com outras nações — e não serão capazes de sustentar um padrão de vida elevado e crescente.

Estados unidos precisam mesmo da indústria?

Competitividade
Gary P. Pisano e Willy C. Shih

Um altíssimo número de empresas americanas baseia a decisão de onde instalar a produção em critérios financeiros estreitos, sem jamais levar em conta o potencial valor estratégico da localização no próprio país. Propostas de fábricas são tratadas como qualquer outra proposta de investimento e submetidas a rigorosos critérios de retorno. Considerações tributárias, regulamentares, políticas e de propriedade intelectual podem, sim, ter peso na discussão.

Política macroeconômica e competitividade americana

Competitividade
Richard H.K. Vietor e Matthew Weinzierl

Os Estados Unidos caminham diretamente para um desastre fiscal. Segundo projeções de especialistas, o governo federal americano vai arrecadar bem menos do que gasta — indefinidamente. Embora em nossa experiência dirigentes empresariais tenham uma noção geral de que esse estado de coisas é perigoso, não há clareza sobre como, exatamente, a política fiscal determina a competitividade da nação e de suas empresas.

Como corrigir os desvios da politica americana

Competitividade
David A. Moss

O sistema político americano entrou em pane? Uma sondagem recente de ex-alunos da Harvard Business School sugere que a resposta pode ser sim — e que o conturbado cenário político poderia estar entre as ameaças mais importantes à competitividade dos Estados Unidos. Instados a avaliar 17 elementos do ambiente de negócios numa pesquisa sobre a competitividade do país, 60% desses ex-alunos disseram que a “eficácia do sistema político” dos EUA era inferior à do de outras economias avançadas.

Os CEOs de melhor desempenho da América Latina

Artigos
Fernando Fragueiro, Herminia Ibarra, Morten Hansen e Urs Peyer

É difícil avaliar o desempenho do presidente, sobretudo em mercados emergentes. Embora nos últimos anos a classificação de empresas e dirigentes empresariais tenha virado moda, a maioria dos rankings não contribui para uma compreensão maior da liderança, pois sofre de dois grandes problemas.

 

Derrubando mitos sobre a política comercial dos EUA

Artigos
Robert Z. Lawrence e Lawrence Edwards

Como dizem lá em Cape Cod, a maré alta levanta todos os barcos.” A frase foi proferida pelo presidente americano John F. Kennedy várias vezes no começo da década de 1960. Vívida, a metáfora expressa a premissa na base da política comercial americana a partir do Plano Marshall, em 1948, e desde então virou o eixo da estratégia de competitividade dos Estados Unidos.

James Patterson

Artigos
Alison Beard

James Patterson é um dos escritores mais fecundos e populares do universo da ficção, cortesia de um estilo acelerado, de uma obra que abarca vários gêneros, dacolaboração (por fax!) com coautores e do tino para o marketing adquirido como executivo no meio publicitário. E como Patterson honra o compromisso de lançar 26 títulos em quatro anos com “zero de estresse”? Pensando de forma eficiente — mas criativa — e confiando no instinto. Entrevista a Alison Beard

 

 

Um alerta de multinacionais

Artigos
HBR

Empresas multinacionais, sobretudo aquelas cuja sede é nos Estados Unidos, respondem ​​por um volume considerável da atividade econômica privada no país e contribuem há muito para a competitividade americana. Na última década, no entanto, uma tendência preocupante ganhou força: o papel dessas empresas na economia americana diminuiu em muitos aspectos.

Por que escolher os estados unidos

Competitividade
HBR

Uma decisão de localização é, sob muitos aspectos, um referendo sobre a competitividade de uma nação. Quando decide instalar uma fábrica com bons empregos na China ou na Polônia, e não nos Estados Unidos, uma empresa na prática está dando seu voto sobre o país que mais capaz seria de permitir seu sucesso no mercado global. E esse voto importa: toda decisão de localização se traduz em empregos, investimentos, arrecadação de impostos e desenvolvimento econômico.