Maio 2014

Como ser mais esperto que investidores ativistas

Estratégia
Jay W. Lorsch, Bill George

Em julho de 2013, o investidor ativista Nelson Peltz ligou para a presidente do conselho de administração e CEO da PepsiCo, Indra Nooyi, para dizer que seu Trian Fund Management havia acumulado uma participação de mais de US$ 1,3 bilhão na empresa. Ele exigiu que a PepsiCo adquirisse a Mondelez International, o ex-negócio de petiscos da Kraft (na qual Peltz possuía participação de US$ 1 bilhão), e depois se dividisse em duas entidades, uma concentrada em bebidas e a outra, em alimentos.

CEO da TJX revela como treinar compradores de primeira linha

Estratégia
Carol Meyrowitz

Moda corre nas veias da família. Meu pai era atacadista e minha mãe, artista. Meu pai era um excelente executivo inteligente e empático. Eu praticamente cresci na nossa loja, em Nova York, e logo aprendi sobre o negócio e percebi que trabalhar com pessoas era minha paixão. Antes e durante a faculdade onde me graduei em marketing e administração, fui balconista em tempo parcial na Fortunoff. Depois da graduação trabalhei na Saks Fifth Avenue, em Nova York, e depois fui para a Bamberger’s.

Promoções por celular: uma questão de distância e tempo

Marketing
Zheng Fang, Xueming Luo, Michelle Andrews, Chee Wei Phang

Para o comércio, uma das maiores oportunidades apresentadas pela tecnologia de smartphones é o uso de geolocalização para oferecer aos consumidores promoções e estímulos de compra em tempo real. Algumas empresas, como a rede de lojas de confecção H&M e a rede de supermercados Central Market, utilizam GPS e triangulação sem fio para saber quando um cliente está nas imediações de uma loja — ou dentro dela — para poder transmitir ofertas promocionais na hora.

Seu recurso mais escasso

Gestão geral
Michael Mankins, Gregory Caimi, Chris Brahm

As empresas dispõem de procedimentos elaborados para administrar capital. Exigem uma situação de negócios promissora para qualquer novo investimento. Estabelecem taxas de retorno mínimo. Delegam autoridade com cautela, prescrevendo limites de gasto para cada nível.

Cuidado com a novidade do momento

Experiência
Julian Birkinshaw

De onde vêm as novas práticas de gestão? Algumas surgem, já completamente formadas, das mentes de acadêmicos e consultores. Entretanto, a grande maioria vem de executivos experimentando novas ideias em suas próprias empresas. Um exemplo é a varejista online Zappos, que está substituindo sua hierarquia tradicional com um “sistema operacional” auto-organizado conhecido como holocracia.

Consiga que sua equipe faça o que diz que fará

Equipes
Heidi Grant Halvorson

Imagine que está começando a planejar o orçamento do departamento para o próximo ano fiscal. Você reúne sua equipe de gestão para estabelecer prioridades de curto prazo e começar a pensar na alocação de recursos de longo prazo. Você coordena os próximos passos e decide que devem reunir-se novamente dentro de uma semana — mas, quando a reunião chega, percebe que houve pouco progresso. Por que a demora? Seus itens “a fazer” provavelmente lembram alguma coisa do tipo:

Liderança do Oceano Azul

Liderança
W. Chan Kim, Renée Mauborgne

Uma triste realidade sobre o local de trabalho: apenas 30% dos funcionários estão ativamente comprometidos em realizar um bom trabalho. De acordo com o relatório Situação do local de trabalho americano do Instituto Gallup de 2013, 50% dos funcionários simplesmente passam seu tempo na empresa, enquanto 20% demonstram descontentamento de forma contraproducente, influenciando colegas negativamente, faltando e afastando os clientes por oferecer serviço de má qualidade.

Sinais dos tempos

Tecnologia
HBR

Os ícones de interface de usuário nos ajudam a lidar com a tecnologia. Alguns são óbvios, mas outros parecem ilógicos. Um sobreviveu a uma experiência de quase morte, outro envolve um rei dinamarquês, e outros ainda retratam objetos prestes a virar relíquias. Aqui está um pequeno histórico das linhas e círculos que encontramos em nossos computadores, telefones e aplicativos.

 

Ecofinanças: reflexões sobre uma jornada transformacional

Inovação
Ana Paula P. Candeloro

As instituições financeiras desempenham um papel significativo na economia mundial devido à sua capacidade de intermediar poupança e investimento, o que é vital na promoção do desenvolvimento sustentável. Elas são capazes de desenhar soluções que atendam às necessidades dos clientes, assim como de identificar novas oportunidades de crescimento, gerando riqueza e retroalimentando o capitalismo.

Uma empresa que depende de voluntários pode ganhar escala?

Estudo de caso
Robert I. Sutton, Huggy Rao

Os estudos de caso fictícios da HBR apresentam dilemas atuais enfrentados pelos líderes em empresas reais e oferecem soluções de especialistas. Este é baseado no estudo de caso da Stanford Graduate School of Business “Mozilla: Scaling Through a Community of Volunteers”, de Hayagreeva (Huggy) Rao, Robert I. Sutton e David W. Hoyt.

 

Uma empresa que depende de voluntários pode ganhar escala?

 

No ponto médio: como empresas israelenses se globalizam

Globo
Jonathan Friedrich

Quando líderes de empresas de médio e pequeno portes se projetam além do mercado interno e consideram a possibilidade de expansão internacional, a perspectiva de competir com dois conjuntos tenebrosos de concorrentes, geralmente dá o que pensar. Um dos conjuntos são as companhias multinacionais, que possuem amplos recursos, fortes marcas e economia de escala.

Como usar o “freemium”

Estratégia
Vineet Kumar

Na última década, “freemium” — uma combinação de “free” e “premium” em inglês — tornou-se o modelo de negócio dominante entre startups na internet e desenvolvedores de aplicativos para smarphones. Os usuários recebem as funcionalidades básicas do modelo gratuitamente e podem acessar funções mais sofisticadas pagando uma taxa de inscrição. Se você se conectou à rede LinkedIn, partilhou arquivos pelo Dropbox, assistiu a shows na TV pelo Hulu ou foi em busca da alma gêmea usando o Match, você já teve contato direto com esses modelos.