Maio 2011

Sua próxima inovação é quente ou fria?

Inovação
Geoff Tuff
Decidir em que idéia inovadora investir é, não raro, um exercício de adivinhação. Já se usar ferramentas de gestão existentes de um jeito novo o leitor vai poder determinar o potencial de uma inovação em duas dimensões cruciais: a novidade vai resistir à pressão de concorrentes no mercado? E vai garantir mais valor econômico a clientes do que as alternativas? Veja como isso funciona.

Um bom gerente diz a mesma coisa duas vezes (ou mais)

Defenda seu estudo
Paul Leonard, Tsedal Neeley
Tese: para que um trabalhador cumpra uma tarefa, o chefe precisa pedir pelo menos duas vezes.
 
Estudo: uma equipe encabeçada pelos professores Neeley e Leonardi passou mais de 250 horas observando a rotina de 13 gerentes em seis empresas, registrando toda comunicação por eles enviada ou recebida. Os pesquisadores descobriram que, de cada sete comunicações pelos gerentes, uma era totalmente redundante com uma comunicação anterior feita por outra tecnologia.

O líder sábio

Liderança
Hirotaka Takeuch, iIkujiro Nonaka
Um presidente pode adquirir sabedoria prática e, com isso, fazer o que é certo para a empresa e para a sociedade.
 
Numa era em que a descontinuidade é a única constante, a capacidade de liderar de forma sábia praticamente desapareceu.

Imperativo estratégico

Estratégia
Marco Antônio Fujihara
Para companhias brasileiras, incorporar o viés sustentável nos negócios é importante diferencial para aproveitar suas vantagens competitivas.
 
O desenvolvimento da sustentabilidade como parte estratégica dos negócios é uma das mais expressivas mudanças no mundo corporativo das últimas décadas.

Seja mais produtivo

Produtividade
David Allen
Qual o segredo da eficácia? O sistema certo ou o estado de espírito certo? Dois especialistas no assunto dão sua opinião.
 
 
DAVID ALLEN E TONY SCHWARTZ conheciam desde muito o trabalho um do outro, mas nunca tinham se encontrado.

A empresa cosmopolita

Empresa
Pankaj Ghemawat
Crescimento desequilibrado, pontilhado por crises financeiras. Ameaça de protecionismo devido a um desemprego persistentemente elevado, sobretudo em países desenvolvidos. Tensão, em países ricos e pobres, em torno de diferenças étnicas, religiosas e linguísticas. Rumores de uma nova era de secessão ou tribalismo.

A ciência rasa

Coluna
Robert S. Kaplan
Na esteira da crise financeira, ficou patente que executivos de muitas instituições financeiras de relevo operavam com informação inadequada e distorcida sobre o valor e o risco de ativos de suas respectivas empresas. Por causa disso, não conseguiram prever a crise e reagiram de forma lenta e ineficaz quando esta se instalou.
 
Incentivos perversos, governança insuficiente e regulamentação fraca nitidamente contribuíram. Mas, depois de décadas de estudo e ensino da administração, é justo dizer que o meio acadêmico também teve sua responsabilidade.

Enfrentar o chefe ou puxar o carro?

Estudo de caso
W. Earl Sasser
Um executivo em ascensão calcula a resposta a dar a um superior hipercrítico.
 
Thomas Green fechou a cara ao ler de novo o e-mail enviado pelo novo chefe, Frank Davis, diretor de mar­keting da D7 Displays para o setor de turismo e hospitalidade.

Do conceito aos negócios

Gestão geral
HBR
A superintendente de sustentabilidade do Itaú Unibanco, Denise Hills, trabalha no setor financeiro há mais de 20 anos, mas até pouco mais de um ano sempre atuou no que se chama “business as usual” — mesas de operações, tesouraria, produtos financeiros.

Transformando ações em bônus

Estratégia
HBR
A Votorantim Industrial (VID), que engloba os negócios tradicionais do grupo — cimento, metais, energia, agribusiness, siderurgia e papel e celulose (apenas as áreas financeira e de novos negócios ficam de fora) — publica neste mês seu primeiro relatório de sustentabilidade corporativa, baseado nos critérios do Global Reporting Initiative (GRI).