Janeiro 2014

Uma cultura forte pode ser forte demais?

Caso
Rachna Tahilyani, David A. Garvin

Os estudos de casos fictícios da HBR apresentam dilemas atuais enfrentados pelos líderes em empresas reais e oferecem soluções de especialistas. Este se baseia no estudo de caso “Zensar: The Future of Vision Communities”, de David A. Garvin e Rachna Tahilyani.

 

 

Novos padrões da inovação

Inovação
Rashik Parmar, Ian Mackenzie, David Gann, David Cohn

A busca por novas ideias e novos modelos de negócios geralmente é negligenciada na maioria das corporações, apesar da forte pressão que os executivos sofrem para desenvolver negócios. Executivos acadêmicos ponderam que são vários os motivos que podem levar ao fracasso.

 

Alison Beard entrevista Salman Khan

Experiência
Alison Beard

Salman Khan trabalhava como analista de fundos hedge quando começou a usar ferramentas on-line para ajudar seu primo a aprender matemática. Nove anos depois, sua organização sem fins lucrativos, a Khan Academy, utiliza a mesma abordagem para oferecer, pela internet, mais de cinco mil aulas grátis em vídeo a milhões de estudantes ao redor do mundo, perturbando não só as escolas, como também a indústria de educação construída em torno delas. 

 

Como preparar-se para a crítica

Experiência
Sheila Heen, Douglas Stone

Feedback é fundamental, isso é óbvio: ele melhora o desempenho, desenvolve o talento, alinha expectativas, resolve problemas, orienta promoção e remuneração e impulsiona o resultado final.

As novas regras da globalização

Globo
Ian Bremmer

Nos últimos anos, a Pfizer se deparou com a nova fase da globalização. Como parte dos esforços do governo indiano para tornar os remédios acessíveis a tantas pessoas quanto possível, em fevereiro de 2013 a Índia revogou a patente da Pfizer para o medicamento contra o câncer Sutent e concedeu a uma fabricante doméstica, a Cipla, o direito de produzir uma versão genérica mais barata. O Conselho de Apelação sobre Propriedade Intelectual da Índia, entretanto, anulou a decisão e determinou que o Escritório de Patentes reavaliasse o caso.

A grande mentira do planejamento estratégico

Estratégia
Roger L. Martin

Os executivos sabem que estratégia é importante. Mas para quase todos é assustadora, porque os obriga a enfrentar um futuro que mal conseguem vislumbrar. E, o que é pior, escolher uma estratégia implica tomar decisões que explicitamente cortam possibilidades e opções. O executivo teme que ao tomar decisões erradas possa destruir sua carreira.

Focando o capital no longo prazo

Gestão geral
Mark Wiseman, Dominic Barton

Desde a crise financeira de 2008 e o início da Grande Recessão, um crescente coro vem pedindo que os Estados Unidos e outras economias afastem seu foco do “capitalismo trimestral” e caminhem rumo a uma verdadeira mentalidade de longo prazo. Este assunto está sempre nas agendas de reuniões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), do Fórum Econômico Mundial, do Grupo dos 30 e de outras organizações internacionais.

Uma classificação da inovação

Inovação
HBR

Mercados em rápida transformação exigem que novos produtos e processos sejam concebidos rapidamente. Há pelo menos mil ferramentas e métodos disponíveis para ajudar inovadores a descobrir o que os usuários querem ou precisam e como satisfazer suas expectativas. O desafio é descobrir quando usar quais deles.

 

Criando uma estratégia de talentos para mudar o jogo

Estratégia

Fundada há 25 anos por oito sócios, a BlackRock — maior organização de gestão de investimento do mundo — reescreveu o manual técnico das atividades financeiras. Enquanto muitos de seus pares, aos tropeços, reduziam gastos depois da desastrosa recessão de 2008, a BlackRock traçava o caminho para o crescimento. Seu faturamento, lucro e valor das ações não se abalaram durante o período economicamente tumultuado.

Cultura de ajuda da Ideo

Cultura organizacional
Teresa M. Amabile, Julianna Pillemer, Colin M. Fisher

Entre as atividades dos líderes, poucas são mais importantes que encorajar comportamento de ajuda dentro das organizações. Empresas de alto desempenho têm como norma apoiar esforços mútuos para que o trabalho se realize da melhor forma possível. Esta atitude tem sido mantida por razões pragmáticas.