Janeiro 2006

Pare de fazer planos, comece a tomar decisões

Estratégia
Michael C. Mankins e Richard Steele

Muitos executivos passaram a descrer do planejamento estratégico. Será de estranhar? Apesar de todo o tempo e energia dedicados ao processo, esse planejamento é, no mais das vezes, uma barreira à boa tomada de decisões, exercendo pouquíssima influência sobre a estratégia.

O colapso do planejamento estratégico se deve a dois fatores: ser, tipicamente, um processo anual e focado em divisões de negócios isoladas. Isso torna o processo imcompatível com o modo como um executivo toma decisões estratégicas importantes, que não são circunscritas ao calendário nem definidas pelos limites de cada divisão. Daí que executivos de 156 grandes empresas por nós sondados tenham dito que costumam tomar decisões estratégicas fora desse processo, em geral de modo ad hoc, sem análise rigorosa ou debate produtivo.

Uma breve história da tomada de decisão

Caso HBR
Leigh Buchanan e Andrew O'Connell

Em meados do século passado, um executivo americano do setor de telefonia, Chester Barnard, inseriu a expressão tomada de deci-são, típica do vocabulário da gestão pública, no mundo dos negócios. Ali, ela passou a substituir descrições mais limitadas como "alocação de recursos" e "definição de políticas".

Decisões sem limites

Tomada de decisão
Max H. Bazerman e Dolly Chugh

O fenômeno da “consciência limitada” leva o indivíduo a ignorar informações críticas na hora de decidir algo. Veja como ampliar […]

Decisões e desejos

Fronteiras
Gardiner Morse

Regiões primitivas e emocionais do cérebro têm forte influência nas escolhas que fazemos. Agora, neurocientistas estão mapeando os sistemas cerebrais […]

Erros em série

Tomada de decisão
D AVID A. GARVIN

A Nutrorim teve de recolher do mercado a versão nova de seu principal suplemento esportivo por causa de um ingrediente […]