Fevereiro 2012

Como contratar e manter as pessoas certas na sua start-up

Edição Brasil
Luana Bichuetti, José Luiz Bichuetti

Começar um negócio pode ser fácil — bastam uma boa ideia e alguns recursos financeiros. É uma combinação de sonho, vontade, iniciativa e perseverança. Mas obter sucesso é outra história: seu principal ingrediente são a atração e composição das equipes, com gente competente, engajada,  motivada e de espírito empreendedor para, juntamente com os investidores, consolidar sua visão. Sem o pessoal certo, é impossível materializar suas ideias.

Treinamento versus aprendizado

Edição Brasil
Sérgio Mônaco, Rolando Pelliccia

Empresas inteligentes já entenderam que é preciso investir no desenvolvimento de seus profissionais para torná-los mais preparados para desempenhar suas funções e trazer melhores resultados para seus negócios. Mas qual a melhor maneira de obter maiores retornos? Qual o formato ideal para os treinamentos? Como inovar?

A cura para o chefe horrível

Coluna
Rosabeth Moss Kanter

Na recente comédia Quero matar meu chefe, três chefes absolutamente horríveis tornam um suplício a vida dos subalternos. O primeiro é um executivo cruel que acena com uma promoção para um subordinado, mas puxa o tapete do rapaz assim que suas exigências estapafúrdias são cumpridas. O segundo é um babaca cocainômano que herda a empresa da família quando o pai morre. O terceiro é uma dentista que assedia sexualmente o assistente e ameaça dizer à noiva do sujeito que a culpa é dele.

Velhos tempos

Campo de visão
Samantha Presnal e Susan Ackerman

A maioria de nós passa boa parte da vida no trabalho — mas são raras as fotos tiradas com os […]

O cliente pode energizar suas tropas

Artigos
Adam M. Grant

Como explicar que uma reunião de cinco minutos tenha elevado a produtividade semanal do pessoal de captação de recursos de uma universidade em 400%? E que uma fotografia tenha melhorado a exatidão do diagnóstico feito por radiologistas em 46%?

O poder da ambição coletiva

Estratégia
Douglas A. Ready

A última recessão bateu forte, causando sério estrago em muitas empresas. Algumas, no entanto, saíram mais fortes do que nunca. Houve vitoriosas até em setores nos quais seria de esperar os maiores estragos — empresas nas indústrias de hospitalidade e beleza, por exemplo. Um punhado de atores, nesses e em outros setores, não só re-
sistiu à tormenta, mas também encontrou um renovado sentido de propósito. O que fizeram para se converter na exceção?

Todo mundo tira “três”

Caso
Andrew Wasynczuk, Brian J. Hall

 

Diretor de recursos humanos da Circale Corporation, Nils Ekdahl cruzou com Anita Fierst, diretora financeira da empresa, quando saía para o almoço. Estavam no hall de entrada do edifício.

Os heróis comuns do Taj Mumbai

Globo
Rohit Deshpandé, Anjali Raina

Como a cultura organizacional de uma cadeia de hotéis na Índia formou trabalhadores dispostos a arriscar a própria vida para proteger os hóspedes.

Quem realmente toma as grandes decisões em sua empresa?

Artigos
Bob Frisch

Tom, diretor de marketing de uma empresa que chamarei de LawnCare, está participando da reunião quinzenal do comitê executivo — e está ficando cada vez mais incomodado. O grupo de desenvolvimento de negócios está defendendo a compra de uma concorrente cujos aparadores e cortadores de grama são vendidos em grandes varejistas. A aquisição, explica a equipe, viria complementar a sofisticada linha da LawnCare, vendida exclusivamente através de uma rede de 600 distribuidores.

Idéias audaciosas para a solução dos problemas do mundo

Artigos
HBR

O ano começa em situação precária. A economia mundial ora exibe indícios de recuperação, ora dá sinais de colapso. Muitas empresas parecem paralisadas. As americanas, por exemplo, estão com US$ 2 trilhões nos cofres — mas não querem saber de risco, andam estrategicamente incrementais e estão incrivelmente desprovidas de ideias novas.
Isso é péssimo. O mundo precisa, mais do que nunca, de originalidade e ousadia. É hora de audácia, não de austeridade.