Agosto 2013

Como lucrar com publicidade enxuta

Marketing
Thales Teixeira

Tradicionalmente, a indústria de calçados tem sido um viveiro de publicidade, com marcas como Nike e Reebok gastando milhões para ter atletas-embaixadores e agências de publicidade criando campanhas de TV espetaculares. Mas abordagem feita pela DC Shoes, que faz calçados para skatistas, não poderia ser mais diferente.

Mantenha-se em dia com os seus “quants”

Experiência
Thomas Davenport

Não sei por que não tiramos as hipotecas dos nossos livros contáveis”, me disse, há alguns anos, um analista sênior de pesquisa quantitativa (quant) de um grande banco americano. “Eu tinha um modelo indicando fortemente que muitas deles não seriam pagas, e enviei para o responsável do nosso setor de hipotecas.”

Aprendendo a jogar na nova “economia de compartilhamento”

Estratégia
Susan Fournier, Giana M. Eckhardt, Fleura Bardhi

Os estudos de casos fictícios da HBR apresentam dilemas atuais enfrentados pelos líderes em empresas reais e oferecem soluções de especialistas. Este se baseia no estudo de caso “A aquisição da Zipcar: a construção da marca na economia de compartilhamento”, por Susan Fournier, Giana Eckhardt e Fleura Bardhi (Boston University School of Management, 2012).

 

Caso

 

Compreendendo o consumidor árabe

Globo
Vijay Mahajan

A discreta Arla Foods, a maior fabricante de produtos lácteos da Escandinávia, tornou-se um dos maiores players no mundo árabe até 2005. As marcas da cooperativa dinamarco-sueca, como Lurpak, Puck e a homônima Arla, dominaram os mercados do Oriente Médio de manteiga, queijo e creme, e suas vendas na região atingiram um recorde de US$ 550 milhões naquele ano. Em seguida, as caricaturas apareceram.

O que os CEOs realmente pensam de seus conselhos

Cultura organizacional
Melanie Kusin, Jeffrey A. Sonnenfeld, Elise Walton

Ao longo dos últimos anos, no despertar dos desencontros corporativos que prejudicaram tanto acionistas e a sociedade, ouvimos muito sobre como os conselhos de administração deveriam ter sido mais responsáveis. “Cães-de-guarda” corporativos, investidores e analistas, membros da mídia, agentes reguladores e formadores de opinião têm proposto novos direcionamentos e novas práticas. Mas uma voz tem estado ausente deste coro — e ela pertence àqueles que melhor conhecem os conselhos e suas falhas. É a voz dos CEOs.

Criando o melhor local de trabalho do mundo

Gestão geral
Rob Goffee, Gareth Jones

Imagine poder criar a melhor empresa no mundo para se trabalhar. Como ela seria? Temos investigado esta questão nos últimos três anos, pedindo para centenas de executivos, por meio de pesquisas e seminários em todo o mundo, descreverem a organização ideal. Esta missão surgiu a partir de nossa pesquisa sobre a relação entre autenticidade e liderança eficaz. Simplificando, as pessoas não irão seguir um líder que não considerem autêntico.

Fanáticos pelo paciente

Gestão geral
James I. Merlino, Anand P. Raman

A CLÍNICA DE CLEVELAND tem uma sólida reputação de excelência médica e custos baixos. Mas, em 2009, Delos “Toby” Cosgrove, seu CEO, examinou o desempenho da clínica e concluiu que a experiência dos pacientes com a bandeira era negativa quando comparada com a dos demais hospitais da região — e decidiu reverter essa percepção.

A criatividade na propaganda

Marketing
Werner Reinartz

PERGUNTE A UM PROFISSIONAL do ramo qual é a chave do sucesso em publicidade, e você provavelmente terá uma resposta que ecoa o mantra de Stephan Vogel, diretor de criação da Ogilvy & Mather da Alemanha: “Nada é mais eficiente do que a publicidade criativa. A publicidade criativa é mais memorável, dura mais, funciona com menos gastos de mídia e constrói uma comunidade de fãs… mais rápido”.

Problemas na sala de reuniões

Equipes
Deborah Bell, Boris Groysberg

Á anos as mulheres vêm buscando maior representação nos conselhos empresariais. E a maioria dos conselhos diz buscar mais diversidade. Então, por que as mulheres ocuparam apenas 16,6% das cadeiras nos conselhos presentes no ranking Fortune 500 em 2012? E por que este percentual vem se mantendo relativamente estável nos últimos seis anos, com aumento de apenas dois pontos, de acordo com os dados da empresa de pesquisa Catalyst?

O foco principal dos EUA ainda são os negócios?

Economia
Niall Ferguson

Era sua única regra. Em janeiro de 1925, o presidente Calvin Coolidge, apelidado de Cal, o silencioso, devido à sua taciturnidade, declarou: “O principal foco do povo americano são os negócios”. Isso ainda é verdade? Quando me mudei do Reino Unido para os Estados Unidos, eu certamente assumi que sim. Entretanto, as evidências em contrário estão se acumulando. Em 2012, Michael Porter e Jan Rivkin mostraram que os graduados da Harvard Business School favoreciam de forma esmagadora investimentos fora dos EUA.

Se você quer fazer algo realmente grande

Estratégia
John Hewko

Atualmente, poucos americanos pensam sobre a pólio. Para muitos, elaapenas sumiu, como a locomotiva a vapor e a TV preto e branco. Mas esta doença incapacitante ainda ameaça crianças em partes da África e Ásia. Há 25 anos, minha organização, o Rotary Internacional, juntou-se à Organização Mundial da Saúde, à Unicef e aos Centros para Controle e Prevenção de

Entregando as chaves para a Geração Y

Equipes
Vineet Nayar

Ultimamente fala-se muito sobre os desafios da Geração Y, a geração que começa a remodelar o local de trabalho. Para mim, eles não são apenas um interesse acadêmico. Eu vivo em um país onde a Geração Y representa quase 40% da população. Trabalho numa empresa onde a média de idade dos 87 mil funcionários é 28 anos. Divido uma casa com dois adolescentes. Vejo a Geração Y não apenas como um desafio, mas como uma grande oportunidade.

Como o Pinterest leva as pessoas às lojas

Estratégia
David Sevitt

Showrooming, fenômeno onde os compradores visitam lojas para examinar as mercadorias pessoalmente antes de comprar os itens on-line, é visto como uma grande ameaça ao varejo físico. O problema é considerado tão ruim que, pelo menos uma cadeia varejista já começou a cobrar as pessoas por passearem em suas lojas.