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Durante muito tempo as instituições de saúde acreditaram que qualidade e sustentabilidade eram lados opostos de uma mesma moeda e, portanto, deveriam optar por um deles. Acreditava-se que ter qualidade exigia muito investimento, custos elevados e retorno improvável. Atualmente cresce a percepção de que somente por meio da qualidade as instituições atingirão a sustentabilidade financeira e a perenidade. A maneira para conciliar estas forças aparentemente opostas é a busca constante por ganhos de eficiência operacional, redução de desperdícios e consequentemente de custos.

Artigo original: Abordagem sistêmica para criar valor ao paciente

 

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